APOCALIPSE à vista

Todos os dias publicamos novos conteúdos e conquistamos um número cada vez maior de usuários. A equipe do portal AMA agradece a todos os usuários que acessam constantemente este site, que já é uma referência nacional sobre preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. E lembre-se, não basta apenas conhecer os problemas, é necessário agir! Cada um fazendo sua parte, de forma consciente, ajuda a melhorar o ambiente em que todos nós vivemos.

APOCALIPSE à vista

Entenda como está se formando e o que se pode fazer para  detê-lo.

A fome já se manifesta em todo o mundo

(Foto: Internet) - 28/03/2.009

(Foto: Internet) - 28/03/2.009

PARA SUA REFLEXÃO:

“Já que semeamos ventos, preparemo-nos para colher as tempestades.”

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PORQUE O DESASTRE

A sociedade tornou-se altamente dependente de   energia. Não, apenas, a elétrica, mas de todas as outras formas, principalmente calor, luz e movimento. Umas transformáveis em outras para melhor servir aos fins sociais aos quais se destinam, sendo a combustão de matéria orgânica sua principal fonte. Quando: acendemos uma lâmpada ou vela;  um fogão à lenha, a carvão ou a gás;  ou viajamos de automóvel, ônibus, navio ou avião;   utilizamo-nos de algum bem como casa, móveis, utensílios e roupas; ou consumimos algum alimento ou qualquer um outro produto, estamos, direta ou indiretamente, consumindo diversas formas de energia e contribuindo para liberar o calor da luz solar que foi captada e armazenada pelo mundo vegetal em diversas épocas, remotas ou contemporâneas; e,  ao mesmo tempo, devolvemos ao meio ambiente os gases poluentes  que, anteriormente, foram recolhidos pelo mundo vegetativo e sepultados no subsolo, o que deixou a atmosfera oxigenada, e possibilitou a formação do mundo animado, do qual somos, nós, os mais expressivos representantes. As captações remotas deram origem aos combustíveis fósseis (hulha, petróleo e gás natural), formados pelas massas residuais de milhares de florestas que vegetaram, sucessivamente, num mesmo espaço de solo durante milhões de anos e que, sepultadas pelas intempéries,  se fossilizaram, deixando em liberdade o oxigênio que produziram quando vivas. E foi este gás que estimulou a formação da vida animada da qual somos nós os mais expressivos representantes. Já as contemporâneas, são representadas pelos bens derivados das florestas ou da agricultura e pelos biocombustíveis. Distinguem-se dos fósseis porque, para formação de sua massa orgânica, absorvem da atmosfera o mesmo volume de poluentes que virão liberar na sua combustão posterior; e ainda, deixam o espaço do solo em que viveram, livre para o desenvolvimento de novas culturas. Por isso, são renováveis.

As combustões são o inverso da fotossíntese: enquanto esta capta energia luminosa do Sol para concentrá-la na formação da matéria orgânica, a outra decompõe a matéria orgânica para liberar o calor nela contido e também, o oxigênio, agora combinado com o carbono, na forma de óxidos, (CO e/ou CO2).

O que prenuncia o desastre é que, há mais de 250 anos, se vem obtendo calor para implementar o progresso mundial, justamente dos materiais fossilizados cujos poluentes liberados nas suas combustões, não tendo meios naturais para se reciclarem rapidamente, vêm se acumulando no meio ambiente. A saturação já dá mostras  com as mudanças climáticas promovendo o aquecimento global e causando grandes prejuízos nos setores de produção agropecuários, industriais e à sociedade como um todo, através de chuvas torrenciais, tornados, secas prolongadas e incêndios incontroláveis. Não podemos descartar a hipótese de que uma conflagração atômica mundial na disputa por alimentos e de outros bens necessários à sobrevivência, venha encerrar os nossos sonhos de dar continuidade à vida. A mídia, a serviço dos poderes econômicos e dos governantes, dissocia a crise econômica que estamos assistindo da degradação ambiental. Por isso, pregam a aceleração do consumo como forma de gerar empregos agrícolas e industriais impulsionados por forças energéticas poluentes, com intenção de salvar o sistema monetário, ou financeiro, adotado por eles como sendo “econômico” e que promoveu o desastre que presenciamos. Pelo contrário, o que necessitamos é economizar e/ou reciclar tudo que for possível porque “tudo que se utiliza, ou se consome, gerou, ou gera mais poluição ambiental e mais nos aproxima do APOCALIPSE GLOBAL.” Isso porque, tanto mais energia for liberada de combustíveis fósseis, mais poluentes serão lançados na atmosfera e maiores serão os desastres ambientais; e os prejuízos causados por eles irão corroer a economia globalizada.


COMO O FENÔMENO NOS AFETARÁ

Os países intertropicais, entre os quais a maior parte de nosso território, já sofrem algumas alterações climáticas motivadas por maior concentração de carbono na atmosfera e o consequente aquecimento global, inclusive dos mares. No entanto, calor e umidade são benéficos para a agricultura e silvicultura. Os perigos que o Brasil enfrentará são indiretos, causados pela baixa produtividade agrícola e a fome que grassará nos países situados acima do Trópico de Câncer e abaixo do de Capricórnio, entre os quais, os países mais ricos e, militarmente, mais poderosos. É aí que mora o perigo da nossa soberania.


COMO FAZER A NOSSA PARTE?

Para controlar a dengue ou a degradação ambiental, somente através da conscientização de cada cidadão de como se desenvolveu o mal e o que fazer para contê-lo. Desejamos que sejam criados  núcleos de debates populares em cidades, vilas, bairros, etc., liderados por ambientalisatas esclarecidos quanto a extensão do problema e dar partida a um movimento para “Reconstrução Ambiento-Global”. Você poderá ser um desses lideres e é nosso convidado.  A equipe deste blog prestará todas as informações necessárias. Consulte-nos.

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Iniciativas imediatas sugeridas:

1º) – Evitar o desperdício, o uso e o consumo de tudo que não for essencialmente necessário;

2º) – Incentivar o reflorestamento e a cultura agrícola nos espaços degradados para fins energéticos, para substituição dos combustíveis fósseis.

3º) – Propagar a idéia mundial de redução gradativa da carga populacional humana.

Sobre

Antidio S.P. TeixeiraAdministrador de empresas aposentado, com experiência em empresas de vários ramos industriais. Ambientalista por vivência, observação e interpretação dos fenômenos naturais, autodidata nesta área.Ver todas as publicações de Antidio S.P. Teixeira »

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