

segunda-feira, 22 de março de 2010
Categoria(s): Artigos, Desenvolvimento sustentável, Meio Ambiente
|-> Publicado por: Antidio S.P. Teixeira
Sabemos:
que as reservas naturais de matérias primas da Terra são finitas e já estão bastante exauridas, assim como as fontes de energias limpas “economicamente viáveis”, esgotadas;
que na produção, condicionamento e transporte de qualquer bem a ser consumido, assim como na utilização de quaisquer serviços, consomem-se grandes quantidades de diversas modalidades de energia;
e que cerca de 90% delas são geradas a partir da queima de combustíveis fósseis ou de desintegrações atômicas, ambas operações altamente nocivas: as primeiras, pelas liberações de carbono não reciclável na atmosfera que vem se acumulando no meio ambiente desde o início da Revolução Industrial, e os seus efeitos já estão se manifestando através de mudanças climáticas; e a segunda: geradora de resíduos radiativos de alta periculosidade para todas as formas de vida, que vêem sendo acondicionados em embalagens provisórias e, ainda, sem destino definido;
o sistema “financeiro” adotado como econômico e que dominou o mundo, para sobreviver, necessita de constante aumento do consumo de bens e serviços e, consequentemente, de energia;
as necessidades humanas, (de produtos e serviços) podem ser: essenciais e supérfluas. As primeiras são indispensáveis para manutenção da vida natural; e as segundas, além dessas, atendem às necessidades psicológicas introduzidas nas formações sociais e religiosas dos povos, visando interesses econômicos grupais;
o Mundo, hoje, acolhe cerca de 6.700.000 habitantes de todas as classes sociais, entre os quais, a maioria sobrevive satisfazendo suas necessidades básicas com resíduos remanescentes do consumo supérfluo das minorias dominantes;
a Terra não dispõe de recursos para suprir as necessidades desta carga populacional crescente e exigente de novos bens e serviços, e vem reagindo com catástrofes climáticas cada vez mais intensas que, gradativamente, compromete a economia globalizada e o sacrifício de vidas humanas em todo o Mundo.
Na sua opinião, que políticas devem ser adotadas pelos povos para inibir o processo degradador a curto prazo, e como fazer para promover a sua regressão ao longo dos tempos?
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