Projeto Tietê

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Projeto Tietê

– Tópicos

Entendendo sobre o rio Tietê
“Projeto Tietê”
Como as autoridades decidiram colocar em prática este projeto?
Sobre o maior abaixo-assinado (1 milhão de assinaturas)
Sobre este projeto e objetivo de ampliar este abaixo-assinado


Entendendo sobre o rio Tietê


O rio Tietê é um dos mais importantes do Brasil, pelo menos financeiramente, já que ao longo do Tietê foram construídas muitas barragens com objetivo de aproveitar seu potencial hidrelétrico, e além disso também é importante para o transporte de cargas, já que onde há as barragens foram construídos sistemas de eclusas que viabilizam a navegação fluvial, sendo um transporte mais barato do que outros meios conhecidos como o rodoviário. O Tietê apresenta 1100 km de extensão e em pelo menos cerca de 100 km de seu percurso, na região onde banha a cidade de São Paulo e municípios vizinhos, há uma elevada taxa de poluição.

Mapa - Bacia TietêLogicamente nem sempre o rio foi poluído, o processo de degradação se deu através da poluição industrial e esgotos domésticos no trecho da Grande São Paulo que tiveram origem principalmente no processo de industrialização ocorrido nas décadas de 1940 a 1970, acompanhado pelo aumento populacional ocorrido no período, em que o município evoluiu de uma população de 2.000.000 de habitantes na década de 1940 para mais de 6.000.000 na década de 1960. A partir das décadas de 1960 e 1970, a falta de vontade política dos então governantes, aliada a uma certa falta de consciência e educação ambiental da população (agravadas pela ditadura militar) anulou qualquer iniciativa em gastar recursos em sua recuperação, o que anexo ainda à crescente demanda (fruto da expansão econômica e populacional da cidade), degradou o rio a níveis muito intoleráveis nas décadas de 1980.

Além dos problemas de poluição, o rio Tietê apresenta outro grande problema ambiental: as inundações provocadas por enchentes. O Tietê sempre foi rio de meandros e, portanto para a construção das avenidas marginais foi necessária uma retificação de seu curso natural. Devemos lembrar que tais avenidas foram construídas sobre a várzea do rio, ou seja, locais naturalmente alagadiços. Como se não bastasse o fato de terem sido ocupadas as áreas da várzea, o crescimento desordenado da cidade também fez com que o solo da bacia do Tietê na região da Grande São Paulo fosse sendo impermeabilizado através do asfalto que fizeram com que a água das chuvas não mais penetrasse no solo que a reteria. Uma grande percentagem da precipitação corre imediatamente para as galerias de águas pluviais e dali para os córregos que finalmente as conduz para o Tietê que, por maior capacidade que tenha, não tem condições de absorver o volume. Embora já venha ocorrendo o estímulo às medidas que retenham parte da água, seria necessária uma maior conscientização da população no sentido de evitar a impermeabilização do solo.

Além dos prejuízos e transtornos sofridos pelas pessoas diretamente atingidas (doenças transmitidas pela água – como tifo, hepatite e leptospirose; residências, móveis, veículos e documentos destruídos etc.), as inundações nas marginais do Tietê acabam atingindo não só a economia da região, mas também a economia do Estado e do País. Pelas marginais, incluindo as do Rio Pinheiros, passam a ligação Norte-Sul do Brasil, o acesso a várias rodovias (Rodovia dos Bandeirantes, Rodovia Anhangüera, Rodovia Castello Branco, Rodovia Raposo Tavares etc.); o acesso aos aeroportos de Congonhas e Cumbica e ao porto de Santos, o mais importante do País. Uma interrupção das marginais reflete-se então na paralisação de transportes públicos, abastecimento e escoamento de produtos, produção de indústrias etc.

A enchente ocorre quando o rio Tietê recebe, repentinamente, um grande volume d’água dos seus afluentes como o Rio Aricanduva, que deságua muitos milhões de litros em alguns poucos minutos. A água que já estava no Tietê a uma certa velocidade precisa de algumas horas para ganhar força e adquirir uma velocidade maior. Enquanto a água do Tietê não ganha velocidade, a que vem do rio Aricanduva vai sendo acumulada, e o rio enche até transbordar. Por causa desse fenômeno hidráulico, o rio Tietê precisa de uma área lateral para poder absorver essa enchente. Essa área existe e situa-se a alguns metros abaixo das avenidas marginais (veja o exemplo abaixo).

Rio Tietê - esquema transversal - dia normal de sol
O rio Tietê, representado em um esquema transversal em um dia normal de sol.

Rio Tietê - esquema transversal - dia de chuvas (cheia)
O mesmo esquema da representação transversal rio Tietê em dia de chuvas. Observe que as áreas de inundação são completamente alagadas. Quando a área de inundação está limpa, sem mato, entulho, lixo ou barracos de invasores, há um equilíbrio perfeito: a enchente ocorre, mas não chega a invadir as avenidas marginais, tampouco as ruas das proximidades, ou seja, não ocorre a inundação na área urbana.

Governantes e técnicos, ao longo das últimas décadas, não fizeram a manutenção adequada da calha do rio e em alguns casos tomaram medidas tecnicamente erradas, como tentar desassorear o rio em plena época das chuvas. Há casos documentados em que dragas retiravam material do fundo do rio e o depositavam justamente na área de inundação do rio alguns quilômetros adiante, o que fazia o rio Tietê perder completamente a capacidade de absorver as enchentes. Com qualquer chuva, mesmo pequena, a enchente acabava inundando as ruas e as casas próximas. Entre 2002 e 2006, o então Governador do Estado, Geraldo Alckmin, concluiu um grande projeto de rebaixamento e urbanização da calha do Rio Tietê, que vinha sendo feito desde a década de 1980. Esse rebaixamento foi feito através do desassoreamento do rio, obtido com explosivos, perfuração subaquática e dragagem.

O problema ainda não está definitivamente resolvido, porém a Marginal Tietê chegou a ficar sem inundações por três anos, entre 2001 e 2004. Em 25 de Maio de 2005, no entanto, houve nova inundação, ocasionada por uma forte chuva (a segunda maior desde 1943), o que segundo as autoridades municipais e estaduais, justificaria um excepcional alagamento. De lá para cá, outra grandes chuvas ocorreram e o rio não chegou transbordar como antigamente. Então são projetos como esses que os governantes devem se preocupar em estabelecer, tanto a favor do meio ambiente como a favor de toda população, e a sociedade deve cobrar para que essas soluções sejam efetuadas.

“Projeto Tietê”

Em 1991, o Governo do Estado de São Paulo, ordenou à Sabesp – empresa de saneamento básico do estado, que se comprometesse a estabelecer um programa de despoluição do rio. O Estado buscou recursos junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e montou um projeto de recuperação do rio, chamado de “Projeto Tietê”. Não é um projeto exclusivamente governamental, já que conta com intensa participação de organizações da sociedade civil. Atualmente, o Projeto Tietê é o maior projeto de recuperação ambiental do país.

Passados quase duas décadas, a despoluição do Rio Tietê ainda pouco atingiu seus objetivos, mas já foram feitos alguns progressos como a capacidade de tratamento de esgotos que foi ampliada no final da década de 1990. No início do programa, o percentual de esgotos tratados em relação aos esgotos coletados não ultrapassava os 20% na Região Metropolitana de São Paulo. Em 2004, esse percentual estava em 63% (incluindo tratamento primário e secundário). Espera-se que até o final do programa, esse índice alcance os 90%. Também tem como objetivo reduzir gradualmente a mancha de poluição do rio Tietê no decorrer das obras do Projeto, que na década de 90, a faixa de poluição do rio chegou a 100 km.

Rio Tietê no trecho que banha a cidade de Salto (interior de SP)Além do tratamento de esgoto (com construção de ligações domiciliares, coletores-tronco, interceptadores e estações de tratamento de esgotos), o programa de despoluição do Tietê também foca no controle de efluentes das indústrias. De acordo com o governo estadual, através da Cetesb, agência ambiental paulista, mil e duzentas indústrias, correspondente a 90% da carga poluidora industrial lançada no rio Tietê, aderiram ao projeto e deixaram de lançar resíduos e toda espécie de contaminantes no curso d’água.

Desde o início do programa de despoluição em 1992, até sua conclusão prevista para o primeiro semestre de 2008 os gastos irão totalizar cerca de 1,5 bilhão de dólares. Mas é preciso lembrar que ao longo de todo o rio, fora da Região Metropolitana, todos os municípios da bacia possuem coleta de esgotos, mas nem todos têm seus esgotos devidamente tratados, o que mostra que muito ainda há para ser feito.

Segundo especialistas em saneamento ambiental e engenharia, apesar dos investimentos efetuados, a poluição difusa da região metropolitana, composta por chuva ácida, poeiras, lixo e resíduos de veículos (vazamentos de fluidos de óleos, resíduos de pastilhas de freios, entre outros) continuará indo para as galerias de águas pluviais sem tratamento, pois esta rede não está conectada com a rede de esgotos: o rio, depois de todo o projeto de despoluição implantado, apresentará indicadores técnicos e ambientais muito superiores aos atuais, porém esteticamente a percepção da qualidade das águas não será tão grande por parte da população, sendo necessário um trabalho de esclarecimento à população.


Análise do “Projeto Tietê”


Certamente são necessários grandes investimentos para recuperação de ambientes aquáticos como já vimos em nosso artigo anterior, por isso eu particularmente defendo a idéia de que deveriam investir esse dinheiro em técnicas de recuperações ambientais de outros locais e ambientes naturais que necessitam dessa recuperação e que podem ser bem mais barato e ainda dando amplo leque para investimentos sociais. Está certo que a escassez de água é um problema muito maior do que a desocupação de locais onde há lixão, mas com certeza, o plantio de árvores para despoluição da atmosfera e investimento em sistemas de tratamento de esgoto, coleta seletiva de lixo (o lixo sendo tratado de forma que é mandado para aterros sanitários), isso é tão importante quando a despoluição de águas, já que estará contendo o aquecimento global, um dos maiores riscos que o planeta corre de destruição parcialmente grande ou até destruição total.

A primeira parte do Projeto Tietê, concluída em 1998, ocorreram melhorias significativas cujo investimento foi em rede de tratamento de esgoto que era jogado diretamente no rio Tietê, e sem dúvida foi a parte mais importante do investimento do projeto em passar a tratar o esgoto, diminuindo assim a carga poluidora que era mandada para o rio. Mas no trecho que banha a capital e os municípios vizinhos, que fazem parte da grande São Paulo, a área de poluição ainda continua extensa, de modo que o que está previsto para a segunda fase do projeto é diminuir essa área de poluição em pelo menos 40 km, além de continuar ampliando a rede de tratamento de esgoto, e isso está previsto para o primeiro semestre de 2008. Mas a água do rio ainda não será possível ser utilizada para o abastecimento de cidades da Grande São Paulo, de modo que ainda há muito trabalho a fazer para concretizar esta idéia. Ao concluírem este projeto, iremos publicar um novo material abordando a conclusão das verdadeiras melhorias e objetivos alcançados.

Agora se todo esse dinheiro fosse investido no planejamento de cidades fazendo o reflorestamento de áreas afetadas, investindo em infra-estrutura de coleta seletiva de lixo, reciclagem de lixo, sistemas como reuso da água, filtros catalisadores em chaminés de fábricas altamente poluidores, investido na ampliação de fontes alternativas de energias, seria muito mais proveitoso e certamente em duas décadas já teríamos visto muitos resultados notáveis de importância mundial e ainda teria a possibilidade de se investir em problemas sociais. Porém não devemos julgar como mau investimento o projeto de recuperação do rio Tietê, pois mesmo apesar de o rio ainda não ter sido recuperado, pelo menos investiu-se a maior parte em tratamento de esgoto.

Agora se o país não tem condições em despoluir a água, então não faça isso, invista em soluções para outros tipos de problemas ambientais como já citamos que vão trazer muitos outros resultados. E buscar aliança com países ricos que sejam a favor de preocupações ambientais, para investir em soluções de despoluição, investindo dinheiro no Brasil para ser feita a despoluição completa do rio Tietê. Um exemplo do que estou falando é a Inglaterra, que além de ser um país rico, já tem experiência neste tipo de caso (despoluir um rio, como fizeram com o Tâmisa) e poderiam apoiar outros países que não tem condições de fazer isso como o Brasil. E não só a Inglaterra, mas outros países desse tipo. Aliás, também procurando apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), como já fizeram para investir uma parte no projeto Tietê. Mas e para fazer as autoridades tomarem esta atitude “novamente”? Pressão, reunindo o maior número de pessoas da população nacional e propor essas sugestões, de modo que com toda pressão certamente o governo iria ceder a essas propostas e ainda com tantas pessoas analisando e monitorando suas atitudes, o controle contra-desvio de verba estaria mais assegurado.


Como as autoridades decidiram colocar em prática o projeto Tietê?


Em setembro de 1990, a Rádio Eldorado fez um programa especial ao vivo, com dois repórteres: um, da própria Rádio Eldorado, estava em São Paulo, navegando no Rio Tietê e comentando sobre a poluição e deterioração das águas: o outro, do serviço brasileiro da emissora de rádio britânica BBC, navegava nas águas límpidas e despoluídas do rio Tâmisa de Londres, Inglaterra, comentando sobre a qualidade daquele rio, que passou por um processo de recuperação desde a década de 1950. Tal programa de rádio provocou grande repercussão em outros órgãos de imprensa, principalmente o jornal “O Estado de S. Paulo”, do mesmo grupo da rádio. Uma organização não governamental, Núcleo União Pró-Tietê, liderada por Mário Mantovani, foi criada, canalizando a pressão popular por um rio mais limpo. A sociedade civil colheu 1,2 milhão de assinaturas, um dos maiores abaixo-assinados já realizados no país.

Então como pudemos perceber, o projeto Tietê não foi colocado em prática porque as autoridades decidiram se preocupar com o meio ambiente e de uma hora para outra se tornaram “bonzinhos” e começaram a investir em recursos e estratégias para recuperação do rio. Na verdade, este projeto foi colocado em prática devido às pressões populares e contou com forte envolvimento da mídia, que tiveram resultado quando em 1991 o Governo de São Paulo colocou o projeto em prática, mas isso devido ao esforço de organizarem a união de pessoas lutando pelo mesmo objetivo, em que recolheram mais de um milhão de assinaturas com objetivo de despoluir o rio Tietê.


Sobre o maior abaixo-assinado (mais de 1 milhão de assinaturas)


Através da união das pessoas, analisando o maior abaixo-assinado até então em benefício ao meio ambiente, podemos comprovar que a união não faz a força, e sim a união é a força! Com certeza este maior abaixo-assinado em prol do meio ambiente teve um significado muito mais importante do que colocar em prática o projeto em si. Este projeto pioneiro de arrecadar assinaturas de uma grande massa populacional para exigir e pressionar autoridades por uma questão ambiental foi de excelente iniciativa e organização, e agora, está surgindo um novo projeto, pioneiro por abordar idéias bem mais completas do que a idéia de reunir assinaturas para despoluir o rio Tietê que era a idéia de cuidar de uma única questão ambiental, já este novo projeto, AmaNatureza, vem com objetivo de reunir muito mais do que um milhão de assinaturas que se analisarmos não representa 1% da população do Brasil, por isso é necessário muito mais pessoas participando do projeto para alcançarmos mais objetivos e ao utilizarmos de forma pioneira a Internet como meio além de divulgação, também para conseguir um apoio generalizado de pessoas de toda parte do país e do mundo para pressionar as autoridades e tratarem das diversas questões ambientais em diversificados lugares, estaremos cobrando para colocarem em prática projetos que serão até mais importantes do que o projeto Tietê, investiremos então em projetos, soluções, atitudes que com certeza trarão resultados ainda muito mais significativos com o passar dos tempos.


Sobre este projeto e objetivo de ampliar este abaixo-assinado


Ampliar esta idéia de abaixo-assinado, união de pessoas, para propor que outras soluções em prol ao meio ambiente sejam colocadas em práticas e dessa vez muito mais importantes, pois além de estar abrangendo um leque muito maior de propostas para soluções de problemas ambientais, também por serem ações urgentemente necessárias para recuperação do planeta de forma que ele continue existindo. Por isso cadastrem-se no AmaNatureza, divulguem para as pessoas que vocês conhecem, façam sua parte preservando o meio ambiente e através da popularização deste projeto e apoio de um grande número de pessoas iremos pressionar as autoridades para também conscientizarem-se e adotarem as medidas para ajudar o meio ambiente, e conseqüentemente melhorar o país e contribuir de forma geral para todo planeta.

As informações de dados estatísticos sobre o rio Tietê e detalhes sobre o projeto foram retiradas do site da Sabesp, onde se encontra o documento oficial do projeto do rio Tietê.

 

Para mais informações acesse: http://www2.sabesp.com.br/projetotiete/

Sobre

Maurí­cio MachadoBiólogo e ambientalista, responsável pelo projeto AMAnatureza e articulista com fundamentos e conhecimento para discutir assuntos voltados ao meio ambiente com uma visão crítica, analisando o tema de maneira radical e completa.Ver todas as publicações de Maurí­cio Machado »

  1. JULIANA
    JULIANAabr 04, 2008

    Bom dia

    Nossa Organização DISAL ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS VOLKSWAGEN está iniciando um estudo para trabalhar com apoio ao reflorestamento, já que anualmente, temos um gasto aproximado de 21.000 folhas de papel sultfite.

    Gostaríamos de saber como podemos contribuir e qual a providencia devemos tomar inicialmente.

    Desde já agradeço.

    Juliana Mei Lino

    Seção Organização e Normas

    Grupo Assobrav – Disal

    DDR: (11) 5079-5215 – Fax :(11) 5079-5017

    “Não mude sua natureza.

    Se alguém te faz algum mal, apenas tome precauções”.

  2. Maurí­cio Machado
    Maurí­cio Machadoabr 05, 2008

    Olá Juliana.
    Se vocês gastam aproximadamente 21.000 folhas de papel sulfite, a primeira coisa a se fazer é reciclar todo material que não é mais utilizado. Então o que iria para o lixo, passa a ser matéria-prima reciclada.

    Vocês também podem analisar a empresa da qual compram esses papéis sulfites, assim verificar se a mesma tem procedência ecológica sobre esse material, ou seja, vocês devem comprar o sulfite de uma empresa que faça reflorestamentos de árvores e utilize a matéria-prima (celulose) de árvores que crescem rapidamente e não de árvores centenárias, por exemplo.

    E ainda além de vocês reciclarem e adquirirem o material de uma empresa sustentável, vocês poderiam investir também no reflorestamento planejado de árvores. Para mais informações, leia nosso artigo completo sobre reflorestamento planejado: reflorestamento planejado

    Qualquer outra dúvida, basta postar um novo comentário.

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