Aumenta preocupação com aquecimento global, porém pouco é feito

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Aumenta preocupação com aquecimento global, porém pouco é feito

Montagem: aquecimento globalOs problemas do aquecimento global estão influenciando cada vez mais as pessoas, que por sinal estão passando a se conscientizarem, e apoiar mudanças para resolver este problema generalizado. De acordo com dados de uma pesquisa realizada entre abril e maio na Europa, 88% dos europeus desejam que a União Européia aplique atitudes urgentes referentes ao problema da mudança climática, de forma que as instituições do bloco dirijam a política européia para frear o aquecimento global.

E não são “apenas” os europeus preocupados com o aquecimento global, o índice de indivíduos que desejam mudanças para reduzir o efeito estufa cresceu consideravelmente em todo planeta, com toda a difusão de notícias relacionadas a este tema.

De acordo com uma pesquisa online do Instituto de Mudanças Ambientais da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e da empresa Nielsen, publicada no Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho), revela que a porcentagem da população brasileira que se diz preocupada com os problemas do aquecimento global mais do que triplicou no período e no mundo ela dobrou. Em outubro de 2006, 7% dos brasileiros entrevistados afirmava que as mudanças climáticas eram a sua maior ou segunda maior preocupação. Em abril deste ano, essa porcentagem saltou para 24%. No mundo, essa variação no período foi de 7% a 16%.

Os gregos são os que apresentaram o maior aumento em relação à população na preocupação com o assunto (passando de 4% para 23%), seguidos pelos canadenses (de 13% a 31%) e Brasil (7% a 24%), Bélgica (11% a 28%), Noruega (10% a 27%) e Suíça (19% a 36%). Porém estes dados não indicam que o Brasil seja um dos países mais preocupados com o assunto. Os mais incomodados com o aquecimento global são os suíços (36%), os franceses (32%), canadenses e australianos (ambos com 31%). Em geral, todos os 47 países pesquisados apresentaram um aumento na preocupação com o assunto. A tendência global é de um aumento expressivo.

A pesquisa também informa que 42% dos consumidores querem que os governos imponham restrições para empresas às emissões de dióxido de carbono e outros poluentes. Uma proporção semelhante acredita que os governos deveriam investir em pesquisa para descobrir soluções ambientalmente corretas e que economizem energia.

Porém, ainda não é o suficiente divulgar pesquisas que mostram que cresceu a preocupação da população diante deste grave problema, pois por mais unânime que sejam as opiniões ainda não é o suficiente para autoridades reconhecerem isso como pressão, até mesmo porque muitos dados não chegam ao conhecimento de grandes líderes mundiais.

Por isso é muito importante que pessoas que tem a mesma opinião de se frear o aquecimento global, exigir mudanças imediatas, devem participar deste projeto para demonstrar que mais um indivíduo está realmente preocupado com essas questões ambientais, que já está fazendo sua parte e que agora deseja pressionar autoridades para realizarem grandes mudanças que exerçam maior importância para diminuir as taxas de degradação ao meio ambiente.

Para essa pressão se concretizar é necessário a grande maioria das pessoas participando deste mesmo projeto, atingir estatísticas impressionantes, fazer com que a mídia eleve ainda mais o destaque para finalmente atingir responsáveis pela administração em setores públicos como saúde, transporte, entre outros que necessitam de mudanças em prol ao meio ambiente para minimizar os impactos na natureza e finalmente reduzir as taxas de poluições e frear o aquecimento global entre outros problemas relacionados.

Sobre

Maurí­cio MachadoBiólogo e ambientalista, responsável pelo projeto AMAnatureza e articulista com fundamentos e conhecimento para discutir assuntos voltados ao meio ambiente com uma visão crítica, analisando o tema de maneira radical e completa.Ver todas as publicações de Maurí­cio Machado »

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