Estado do Rio firma convênios para tratar lixo urbano

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Estado do Rio firma convênios para tratar lixo urbano

Estado do Rio firma convênios para tratar lixo urbano

Agência Brasil

Três importantes iniciativas de tratamento de lixo urbano e preservação de unidades de conservação foram lançadas hoje (20), às 10h, no Palácio Guanabara, no Rio. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o governador do Rio, Sérgio Cabral, participam da solenidade.

O primeiro convênio será firmado entre o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria de Ambiente do estado, com recursos, na primeira fase, de R$ 1,5 milhão, para a elaboração do Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. Esse documento vai permitir ao governo do estado integrar vários municípios, com a finalidade de reduzir a poluição de resíduos sólidos em rios e lagoas, com planos de saneamento e educação ambiental.

O governo assina também convênio com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), no valor de R$ 60 milhões, para a implantação de aterros sanitários de consórcios intermunicipais, que vão acabar com os lixões no estado. Serão construídos – na primeira etapa – três aterros sanitários nos municípios de Teresópolis, Vassouras e Paracambi.

No total, serão construídos 18 consórcios para atender a cerca de 80 municípios do estado. O objetivo é extinguir os lixões no Rio e combater a contaminação do solo e do lençol freático.

O governador Sérgio Cabral assina também decreto criando a nova categoria funcional dos guarda-parques do Corpo de Bombeiros do estado. Os guardas vão atuar em unidades de conservação como o Parque da Ilha Grande, Pedra Branca, Tiririca e Três Picos. Eles trabalharão na prevenção de incêndios, na fiscalização e prevenção das ocupações irregulares. Nos casos dos crimes ambientais, os guarda-parques vão dar apoio às ações do Batalhão Florestal da Polícia Militar.

 

Interior do Rio de Janeiro ganhará mais três aterros sanitários em 2008

Aline Beckstein
Repórter da Agência Brasil

O estado do Rio de Janeiro ganhará, no ano que vem, mais três aterros sanitários: um em Teresópolis, um em Paracambi e outro em Vassouras. Pelo convênio, assinado hoje (20) entre a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e o governo do estado, os aterros deverão ficar prontos em meados do ano que vem, beneficiando cerca de 600 mil pessoas de 13 municípios fluminenses.

Segundo a Secretaria Estadual do Ambiente do Rio, atualmente, o estado conta apenas com cinco aterros e 80 lixões. No aterro sanitário, o resíduo é tratado, ao contrário dos lixões onde eles permanecem a céu aberto, atraindo ratos e provocando a contaminação do lençol freático (de água). De acordo com dados da Funasa, no Brasil apenas 16% do lixo recolhido é tratado em aterros.

Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, até 2010, deverão ser investidos R$ 60 milhões na construção de 18 aterros sanitários no estado, beneficiando 80 municípios fluminenses. Desse valor, R$ 40 milhões virão da Funasa e R$ 20 milhões do estado do Rio.

O coordenador regional da Funasa no Rio, Marcos Muffareg, enfatizou que os aterros são “essenciais” para o combate à dengue. “O maior foco de proliferação do mosquito da dengue é no lixo que fica ao redor dos domicílios”, disse.

O Ministério do Meio Ambiente também assinou hoje um convênio com o governo do Rio para a chamada gestão integrada de resíduos sólidos, liberando R$ 1,5 milhão. Segundo a ministra Marina Silva, o objetivo é “possibilitar um trabalho em conjunto entre as esferas de poder, evitando que os aterros sanitários que serão construídos acabem se transformando em verdadeiros lixões”, disse.

Agência Brasil

Sobre

Maurí­cio Machado

Biólogo e ambientalista, responsável pelo projeto AMAnatureza e articulista com fundamentos e conhecimento para discutir assuntos voltados ao meio ambiente com uma visão crítica, analisando o tema de maneira radical e completa.

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