Horário de verão termina à meia-noite nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Todos os dias publicamos novos conteúdos e conquistamos um número cada vez maior de usuários. A equipe do portal AMA agradece a todos os usuários que acessam constantemente este site, que já é uma referência nacional sobre preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. E lembre-se, não basta apenas conhecer os problemas, é necessário agir! Cada um fazendo sua parte, de forma consciente, ajuda a melhorar o ambiente em que todos nós vivemos.

Horário de verão termina à meia-noite nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

O horário de verão termina hoje (16): à meia-noite, os relógios deverão ser atrasados em uma hora no Distrito Federal e nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Informações preliminares do Operador Nacional do Sistema (ONS) apontam que a redução do consumo de energia nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste deverá ser de 1.557 megawatts, o que representa 4,2% do consumo total nessas áreas. Já na Região Sul, a redução deverá ser de 480 megawatts, o equivalente a 4,8% do consumo.

Ainda segundo o ONS, a economia gerada durante os 126 dias de duração do horário de verão foi de cerca de US$ 1 bilhão, valor que poderia ser usado na construção de duas usinas térmicas a gás natural, para atender o consumo de energia das três regiões onde o horário foi adotado.

No Distrito Federal, a diminuição no consumo de energia foi de 4%, de acordo com o superintendente de operações da Companhia Energética de Brasília (CEB), Marcus Fontana.

“Essa redução representa 36 megawatts, o que equivale ao consumo da cidade do Guará [cidade satélite de Brasília] no período das 18h às 21h”, informou. E acrescentou que se não houvesse essa redução, “o consumo poderia chegar a cerca de 900 megawatts, ou mais”.

Para os outros estados da Região Centro-Oeste, a redução no consumo estimada pelo ONS é de 4% em Goiás; 3,3% em Mato Grosso; e 4,5% em Mato Grosso do Sul.

Agência Brasil

Sobre

Maurí­cio MachadoBiólogo e ambientalista, responsável pelo projeto AMAnatureza e articulista com fundamentos e conhecimento para discutir assuntos voltados ao meio ambiente com uma visão crítica, analisando o tema de maneira radical e completa.Ver todas as publicações de Maurí­cio Machado »

Deixar uma Resposta

Você precisa estar logado para publicar um comentário.