Petrobras investe em ações ambientais

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Petrobras investe em ações ambientais

Petrobras vai investir meio bilhão em ações ambientais até 2012

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

A Petrobras investirá R$ 500 milhões em ações ambientais no período que vai até 2012. Os recursos serão destinados a ações estratégicas, tais como o patrocínio a projetos, o fortalecimento das organizações ambientais e suas redes, e também a disseminação de informações sobre desenvolvimento sustentável.

A empresa lançou sexta-feira (15), em sua sede, na cidade do Rio, a nova etapa do Programa Petrobras Ambiental, em solenidade que teve a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.

O programa, em sua nova versão, terá como tema Água e Clima: Contribuições para o Desenvolvimento Sustentável. A fase anterior abrangia o tema água e biodiversidade.

Com o lançamento, a Petrobras deu início ao processo de seleção pública de 2008 para projetos que serão patrocinados até 2010. As inscrições são feitas pela internet.

O gerente executivo de Comunicação Institucional da Petrobras, Wilson Santa Rosa, disse que o programa “reafirma seu [da Petrobras] compromisso estratégico de proteção aos ecossistemas em todos os locais onde atua”.

“O alinhamento aos novos desafios de gestão da companhia, no que se refere à responsabilidade social e às mudanças climáticas, confirma o empenho da Petrobras em contribuir para a implementação do desenvolvimento sustentável, a partir do enfoque integrado dos processos produtivos e do meio ambiente”, observou.

Já o ministro Carlos Minc comemorou a abertura do leque de apoio do programa, que ganhou maior abrangência. “Essa história do consumo consciente, por exemplo, é espetacular, porque mostra que a população também faz parte deste processo, desde o processo da reciclagem de embalagens até o trabalho de prevenção nas favelas”, disse.

A Petrobras vai realizar, de 20 de agosto a 15 de setembro, caravanas ambientais em várias cidades, para divulgar o Programa Petrobras Ambiental dos próximos quatro anos, suas regras, linhas de atuação e como devem ser elaborados os projetos.

 

Ministro do Meio Ambiente defende fortalecimento da Petrobras

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu a necessidade de que a Petrobras venha a ser fortalecida neste momento em que se discutem novas regras do setor de petróleo e gás natural no país, em decorrência da descoberta das megareservas do pré-sal.

“Eu acho que a Petrobras não tem que ser enfraquecida, ela tem é que ser fortalecida. A empresa representa, no fundo, uma luta de muitas gerações e agora é necessário ampliar o seu escopo”, disse.

Para o ministro, fortalecer a Petrobras é também fortalecer o país. “Eu tenho uma idéia muito clara disto e eu acho que qualquer tentativa de diminuir o escopo da área de atuação da Petrobras seguramente tem que ser repensado com muita cautela. Não se pode ir com muita sede ao pote.”

Presente no lançamento do Programa Petrobras Ambiental para o período 2008-2012, Minc pediu cautela nas discussões sobre as novas regras envolvendo a atividade de exploração e produção de petróleo e gás no país.

Na ocasião, ele anunciou a abertura de um escritório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na Região Nordeste, voltado para o setor de petróleo e gás. O objetivo, segundo ele, será “agilizar os licenciamentos ambientais de blocos com potencial para exploração na região”.

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse que é necessário aprovar um marco regulatório para a exploração na região do pré-sal, até porque, certamente, a nova área precisará de novos investidores.

Ele, no entanto, não adiantou o volume de recursos que será necessário para explorar os campos já descobertos pela Petrobras, na região do pré-sal, mas afirmou que a estatal tem condições de fazer os investimentos necessários para explorar e produzir, não só na área de Tupi, mas também nas outras áreas sob concessão da empresa na região.

Até agora, há três campos confirmados com reservas no pré-sal, Tupi, Júpiter e Carioca.

“Temos alguns poços perfurados, alguns volumes apenas em Tupi. No que se refere ao que conhecemos, a Petrobras pode desenvolver. O problema é em relação ao que não conhecemos, isso é outra situação que tem que ser tratada de forma diferenciada,” ressaltou.

Agência Brasil

Sobre

Maurí­cio MachadoBiólogo e ambientalista, responsável pelo projeto AMAnatureza e articulista com fundamentos e conhecimento para discutir assuntos voltados ao meio ambiente com uma visão crítica, analisando o tema de maneira radical e completa.Ver todas as publicações de Maurí­cio Machado »

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