Sobre o conteúdo publicado no AMA

Todos os dias publicamos novos conteúdos e conquistamos um número cada vez maior de usuários. A equipe do portal AMA agradece a todos os usuários que acessam constantemente este site, que já é uma referência nacional sobre preservação ambiental e desenvolvimento sustentável. E lembre-se, não basta apenas conhecer os problemas, é necessário agir! Cada um fazendo sua parte, de forma consciente, ajuda a melhorar o ambiente em que todos nós vivemos.

Sobre o conteúdo publicado no AMA

Atendendo aos pedidos de usuários que entraram em contato solicitando uma análise sobre a qualidade e confiabilidade dos conteúdos publicados neste site, estamos divulgando esta breve nota sobre o(s) autor(es) e/ou origem de determinadas publicações encontradas no AMAnatureza.com.

Já contamos atualmente com um acervo de 273 conteúdos que vem crescendo diariamente. O projeto que iniciou sua versão on-line com estrutura de um blog expandiu-se e migrou para a atual versão portal, onde teve uma reestruturação de toda sua organização, facilitando a navegação para os usuários e adicionando novos recursos de interação ao site, como possibilidade de avaliar e comentar as publicações do site.

Todos os conteúdos aqui encontrados são altamente seguros e de grande importância. Em relação aos artigos do site, até este momento são publicados pelo ambientalista Maurício Machado, formado e graduado em gestão ambiental. Alguns artigos também receberam contribuições de outros profissionais da área, que têm seus créditos devidamente citados como no artigo Afinal, para que serve Educação Ambiental?. Em breve esperamos poder contar com mais colunistas colaborando com o projeto.

As opiniões destacadas nestes artigos são embasadas em pesquisas e discussões realizadas pelo grupo de cooperação ambiental, liderado justamente pelo idealizador deste projeto, Maurício Machado. Ao ser informado alguma opinião, é exibida também fontes de pesquisas e análises científicas para se comprovar e reforçar a realidade das informações difundidas.

Sobre as notícias, contamos com o apoio da Agência Brasil, uma agência pública de divulgação de notícias que visam estimular o senso crítico dos leitores, enquadrando-se perfeitamente com as intenções deste projeto.

Após ler uma notícia, sempre que encontrar um link abaixo do conteúdo, alinhado a direita, informando como fonte a Agência Brasil, trata-se de um conteúdo livre, que foi publicado no site da agência e que há a autorização para se divulgar em outras mídias.

Para se ter uma idéia da qualidade dessas notícias de autoria externa ao AMA, assim como informamos no artigo Mídia mascarando a verdadeira causa, a maioria das mídias populares (fontes de notícias), sejam na internet, jornais, TV, escondem muitas opiniões críticas e conteúdos das pessoas, desestimulando o senso crítico do público. Mas a Agência Brasil não oculta informações, e como prova disso, destacamos uma recente publicação de uma análise de um especialista, seguindo idéias semelhantes ao que publicamos no artigo citado.

Abaixo, leia a notícia na íntegra da análise de um especialista que destaca justamente o que foi publicado no artigo deste projeto, comprovando assim que as notícias publicadas neste projeto reforçam e complementam as opiniões expressas em nossos artigos e vice-versa, concluindo um conteúdo com muita qualidade e veracidade.

 

Desmatamento e urbanização contribuem para aumento da febre amarela, diz especialista

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

O desmatamento intenso, a urbanização desordenada de áreas rurais e as conseqüentes mudanças climáticas decorrentes de todo o processo colaboram para que doenças como a febre amarela se alastrem não só no Brasil, mas também em um grande número de países em todo o mundo. A afirmação é do médico epidemiologista José Cássio de Moraes, da Santa Casa de São Paulo.

O último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta crescimento não apenas do número de casos de febre amarela como também do número de países atingidos pela doença nos últimos 20 anos. “Toda essa mudança do ecossistema, o aquecimento global, chuvas intensas, calor, tudo isso é um facilitador de doenças por vetores”, disse o Moraes. Ele destacou a grande preocupação mundial com o que tais mudanças podem representar de aumento desse tipo de doença.

Segundo Moraes, existe ainda outro agravante: a grande dificuldade de controle da transmissão pelo mosquito Aedes aegypti: Além do fácil acúmulo de água em recipientes, o combate ao mosquito transmissor com inseticidas tem uma grande limitação – o produto se espalha facilmente e é necessária a visita de agentes de controle de casa em casa para um combate efetivo às larvas. “Isso é praticamente inviável. Tem uma dificuldade ecológica importante na transmissão de doenças por vetores”.

O epidemiologista lembrou que, no início do ano 2000, houve um aumento de casos de febre amarela similar ao que se registra atualmente no país – em viajantes que visitaram regiões turísticas durante o período de férias, sobretudo nos estados de Goiás e de Mato Grosso.

“Na passagem do milênio, houve várias excursões a locais considerados exotéricos, como a Chapada dos Veadeiros [em Goiás] e a Chapada dos Guimarães [em Mato Grosso]. Tivemos um aumento razoável de casos de febre amarela em viajantes que foram para essas regiões e não estavam vacinados.”

Segundo ele, a invasão de terras para a criação de trilhas ecológicas com fins comerciais, como é o caso de regiões em Goiás e também em Minas Gerais, provocam grandes alterações no ecossistema, que podem levar o mosquito haemagogus a substituir o macaco pelo homem. “Os macacos vivem nas copas das árvores. O ciclo se forma e se mantém restrito ali. Na hora em que as árvores são destruídas e surge a presença de um outro primata, o ser humano, esse haemagogus vai substituir o macaco pelo homem”.

Moraes alerta que, se a expansão urbana em áreas rurais não for ordenada e equilibrada, a mudança pode acarretar não só o aumento de casos de febre amarela em escala mundial, como também de outras doenças transmitidas por vetores, como a leishmaniose e a malária. “Existe toda essa questão de desequilíbrio e ocupação desordenada, que traz este aumento de casos”.

Ele acredita que o quadro de febre amarela no Brasil é de uma epidemia localizada em população não-vacinada, que mora em regiões rurais ou que entra em contato com a mata onde podem ser encontrados macacos portadores do vírus da doença.

De acordo com o epidemiologista, a situação endêmica ocorre quando existe um número bastante reduzido de casos. Os surtos são registrados apenas em áreas restritas, como uma comunidade ou uma escola. Já o alastramento de casos é caracterizado como epidemia. “Qualquer caso que exceda aquele padrão de poucos casos já se considera epidemia”, afirmou Moraes.

Agência Brasil

 

Estamos preparando uma apresentação detalhada deste projeto, e será publicada em breve, mas até lá, esperamos que tenhamos conquistado a confiança dos usuários que se encontravam indecisos frente à qualidade dos conteúdos publicados no AMA.

Qualquer nova dúvida, sugestão, crítica ou comentário diverso, deixamos este espaço para postagem de opiniões. Sinta-se livre para exibir idéias publicamente ou se preferir, nos envie suas idéias através do formulário de contato para possíveis análises, que se ambos julgarem interessantes, podem ser publicadas com autorização para outros usuários poderem ver novas informações.

Sobre

Maurí­cio MachadoBiólogo e ambientalista, responsável pelo projeto AMAnatureza e articulista com fundamentos e conhecimento para discutir assuntos voltados ao meio ambiente com uma visão crítica, analisando o tema de maneira radical e completa.Ver todas as publicações de Maurí­cio Machado »

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